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Vitória 'provifa': Brasil é reeleito para o Conselho de Direitos Humanos da ONU

17.10.2019

 

Uma importante pró-vitória e pró-família: o Brasil garantiu um lugar na Comissão de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU).

 

O país foi reeleito com 153 votos, 16 a mais dos que obtido na última eleição, realizada em 2016. O resultado foi divulgado nesta quinta-feira, 17 de outubro.

 

A ministra Damares Alves, chefe do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos (MMFDH) do governo de Jair Bolsonaro, comemorou através de um tweet:

 

 

A Venezuela também foi eleita com 105 votos - por incrível que pareça - graças ao apoio e articulação da Rússia e da China. A Costa Rica recebeu apenas 96 votos e ficou de fora.

 

A Costa Rica se apresentou como candidata às vésperas das eleições, supostamente para interromper a chegada da ditadura de Maduro à Comissão, mas assumindo uma posição abertamente 'progressista' e hostil à defesa da vida e da família.

 

Alguns chanceleres consideraram que, em vez de subtrair votos da Venezuela, Costa Rica poderia colocar em risco a reeleição do Brasil que recebeu ataques articulados da esquerda, denunciando que havia supostas violações dos direitos humanos sob o governo Bolsonaro.

 

Na realidade, a tentativa de 'tirar dos trilhos' a candidatura brasileira foi uma reação ao governo por ter declarado explicitamente que sua ação no Conselho, se reeleito, seria "retornar aos verdadeiros direitos humanos, sem reducionismo ou ideologização. "

 

O Ministério das Relações Exteriores (MRE) e o MMFDH apresentaram um documento conjunto com a posição oficial do país e suas prioridades. Uma espécie de 'carta programática'.

 

Nele, afirmam que eles defenderão o direito à vida, da concepção à morte natural, ao bem-estar de crianças e adolescentes, à proteção da família, ao direito à educação e ao cuidado de idosos e deficientes.

 

Também a liberdade de consciência e religião, o direito ao trabalho e à segurança e a viver livre de discriminação e violência, com foco especial nas mulheres.

 

"Em resumo, é um retorno às raízes da Declaração Universal dos Direitos Humanos", explica Angela Gandra, secretária de família do MMFDH.

 

"Há muito tempo há uma direção ideológica na defesa dos direitos humanos, queremos defender direitos humanos reais e não bandeiras de grupos específicos", diz ele.

 

Esse posicionamento claro motivou o apoio público ao Brasil por parte de quase mil associações e instituições cidadãs na América Latina - no total 983, das quais 34 são compostas por povos indígenas - que trabalham pela promoção humana e pela defesa dos direitos fundamentais A grande maioria das entidades são expressamente pró-vida e pro-família.

 

Todos assinaram uma carta aberta onde explicam que se sentem representados pelo governo brasileiro em questões de direitos fundamentais, pois seus próprios governos as vezes se omitem ou assumem uma posição ideológica.

 

Os signatários das cartas formam um verdadeiro mosaico: há associações de pais, mulheres, acadêmicos, estudantes e professores, juristas, parlamentares, militares, bombeiros e policiais, grupos pró-vida e pró-família, sindicatos, órgãos de empregadores e empresas, entidades profissionais, instituições de ensino e comunidades religiosas.

 

Entre eles, por exemplo, está a União Nacional de Pais de Família, do México; a plataforma Unidos pela Vida, da Colômbia; o Fórum de Diálogo Civil, do Paraguai; a Associação de Famílias Numerosas, da Guatemala; a associação civil 'Com Olhar de Mulher', da Argentina; a Aliança pela Família, de Honduras; a Organização para a Educação e o Serviço Comunitário, da Bolívia, o Instituto de Investigações, Estudos e Formação sobre a Mulher, do Chile, e a Frente Nacional pela Família, do México.

 

Do Brasil esta a Rede Nacional de Defesa da Vida e da Família, a União Nacional de Dois Legisladores Estaduais, o Comitê de Proteção à Amazônia Legal, o Centro de Assistência à Mulher, a União Militar do Brasil, a Aliança da Misericórdia e a Rede Estadual de Ação pela Família, entre outros.

 

Algumas das entidades indígenas são o Instituto de Apoio aos Povos Originais da Amazônia, a ACIRK - Associação dos Kadiweus, as aldeias Córrego do Meio, Nova Buriti, Água Azul, 10 de maio, Aerraville, Cachoerinha, Nova Nascente, Barra Velha, etcetera.

 

Esse apoio sem precedentes foi amplamente divulgado entre os países que votaram e, diante do resultado da eleição, parece ter neutralizado a campanha de difamação.

 

A ministro Damares Alves agradeceu publicamente a articulação e o apoio dessas organizações com um tweet:

 

 

Na carta aberta os signatarios dizem que é necessário nessa mesa “um pais que esteja disposto a elevar a voz por uma maioria que hoje é silenciada", sem temor de ser seu porta-voz. Pois bem, já contam com ele.

 

[ D'Vox ]

 

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