Greta Thunberg, um 'produto' do sentimento tóxico


Theodore Dalrymple, em seu livro 'Podres de Mimados', da nos uma visão de como são fabricados as Gretas Thunbergs.

Se quer entender parte do que está acontecendo esta semana com o uso da adolescente sueca Greta Thunberg para disseminar alarmismo e mentiras ideológicas, como fantoche de ricos com interesses espúrios, sugiro a leitura desse livro.

Greta, a adolescente em questão vocifera contra o capitalismo e contra as supostas mudanças climáticas. Mas o que estaria por trás de todo esse alvoroço? Quais os interesses por trás de tanto alarde? Isso você vai pesquisar e encontrar. O que vou lhe mostrar agora é como se constrói o fantoche, como criar um boneco de ventríloquo perfeito para ser porta voz de suas idéias nefastas travestidas de militância ambiental.

Pegue uma adolescente imatura, diagnosticada com Síndrome de Asperger, transtorno obsessivo compulsivo e mutismo seletivo (segundo sua mãe Malena Ernman), com pais ambiciosos, e os financie para explorar a imagem da menina em prol de uma causa. Bingo! Você conseguiu captar a benevolência de gente desavisada e ao mesmo tempo implantar um alarmismo apocalíptico que servirá a seus interesses futuros. Use o sentimentalismo tóxico implantado nesta garota a seu favor e suas idéias avançarão sem que você nem mesmo apareça no cenário.

O psiquiatra Anthony Daniels, sob o pseudônimo de Theodore Dalrymple, expõe de forma brilhante em seu livro "Podres de Mimados - As Conseqüências do Sentimento Tóxico", como se da a transformação de valores sociais partindo do ensino e instrumentalização das crianças.

Ele nos mostra como o sentimentalismo tóxico permeou a cultura, o ensino, e como a educação formal foi baixando seus níveis ao mínimo denominador comum, tornando os professores reféns de uma geração inteira de mimados.

Entendemos por 'sentimentalismo toxico' o predomínio ou culto da emoção sobre razão, que traz efeitos nocivos ao amadurecimento das pessoas e à vida em sociedade. Diz o autor que “o sentimentalismo é o progenitor, o avô e a parteira da brutalidade”.

Segundo Daniels, a falta de exigência de preenchimento das mentes vazias (geralmente oficinas de satanás, e no caso de Greta, das fundações do multibilionario George Soros, do magnata sueco Ingmar Rentzhog, e Bo Thoren, ativista e líder de um movimento contra a utilização de combustíveis fósseis) alimenta a cultura nociva.

Daniels desmascara as ideias advindas de teorias sentimentalóides , de que não se pode exigir aprendizado da criança, disciplina e ausência de regras. Uma idéia tola de que o conhecimento é construído com o aluno ao invés de ser ensinado para o aluno ( de onde tiraram isso? Se sou aluno, não detenho o mesmo conhecimento do professor, isso deveria ser óbvio, não para os revolucionários freireanos). Greta agora ensina, do alto de sua vasta experiência de vida e “conhecimento científico”.

Esses e outros assuntos como "o culto à vítima" (usados ao extremo) e o endeusamento dos dodóizinhos eternos que se tornam aos poucos ditadores e opressores culturais, sob a batuta de que deveriam obter determinados privilégios, inclusive legais, é abordado com maestria no livro.

Partindo dos exemplos advindos do lixo cultural que se tornou a Grã-Bretanha e outros países, Dalrymple de forma brilhante desnuda e confronta cada postulado usado para o completo entorpecimento cultural que vivemos.

Vale a pena cada página, você vai se sentir assim: "Puxa!!! Ele conseguiu escrever sobre o que eu tenho observado, visto e comprovado. Mas está aqui no papel!"

O livro desnuda a cultura e bate frontalmente contra o sistema.

Se você está na matrix, eu diria que ele lhe oferece uma pílula da liberdade. Se você está fora da matrix eu diria que ele vai fortalecer e encorajar você em sua luta, dando a você novas nuances do que a cultura do sentimentalismo tóxico é capaz de fazer.

Quanto a Greta? É o mais puro 'produto' do que Daniels denuncia em seu livro. Nada mais. Uma adolescente que deveria estar sendo protegida por seus pais e tratada, mas ao invés disso é usada com fins políticos-ideológicos e financeiros.

Enxerguemos alem do sentimentalismo tóxico vociferado pela garota e reflitamos sobre não sermos mais do gado manipulado pelo que a mídia quer e os grandes bilionários globalistas querem.

[ D'Vox ]

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Tcharley Amaral é psicólogo, mora em Belo Horizonte, Brasil.

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