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Mais de cem organizações pró-vida querem Damares Alves como ministra de Bolsonaro

03.12.2018

 

A semana passada a advogada Damares Alves foi convidada pelo presidente eleito, Jaír Bolsonaro, para assumir o ministério dos Direitos Humanos no seu governo. Neste sábado, 1 de dezembro, mais de cem organizações pró-vida e pró-família lançaram uma nota em apoio da nomeação.

 

Alves é advogada, evangélica e reconhecida ativista pró-vida e pró-família, defensora dos direitos dos indígenas e dos ciganos, e tem um intenso e destacado trabalho no combate à exploração e abuso sexual de crianças. Atualmente é assessora parlamentar do senador Magno Malta, antigo aliado de Bolsonaro.

 

A nota de apoio, encabeçada pela Rede Nacional de Defesa da Vida e a Família, afirma que "o povo brasileiro, na última eleição, rejeitou um partido político que segue uma ideologia autoritária, contrária a dignidade da vida humana e mergulhado em profundas denúncias de corrupção".

 

Para os assinantes Damares representa uma garantia "à proteção da vida humana, da concepção a morte natural, de respeito aos direitos humanos fundamentais e de defesa da dignidade humana".

 

"Ela tem larga experiência, por mais de 20 anos, na defesa de populações tradicionais historicamente esquecidas, índios, ciganos, como atua na defesa da vida e da promoção da dignidade da pessoa humana, na defesa da infância, contra a pedofilia, infanticídio, suicídio, a automutilação e o consumo e a possibilidade de liberação das drogas, que tanto tem ceifado a vida dos nossos jovens no Brasil e destruído famílias inteiras", apontam.

 

Entre os assinantes estão o Movimento Nacional da Cidadania pela Vida – Brasil Sem Aborto, a Associação Guadalupe, a Associação Nacional Mulheres Pela Vida, a Movimento Brasil Sem Drogas, o Centro de Defesa do Nascituro, o Movimento Nacional de Médicos pela Vida, o Núcleo de Atendimento à Mulher, a Rede de Atenção à Mulher Gestante, a Comissão Arquidiocesana de Promoção e Defesa da Vida de Rio de Janeiro, a Aliança Brasileira de Apoio aos Ciganos, a Organização das Mulheres Indígenas de Roraima e a Ordem dos Pastores Batistas do Brasil.

 

Também o Instituto de Estudos Independentes, a União Nacional dos Estudantes Cristãos, a Associação dos Dirigentes Cristãos, a Rede Nacional Infância Protegida, a Associação de Médicos Católicos de Brasília, a Rede Estadual de Ação pela Família de Minas Gerais, o Instituto Rota Israel, a Associação de Parlamentares Evangélicos do Brasil, o Conselho de Pastores Evangélicos, a União dos Juristas Católicos de São Paulo, o Sindicato dos Servidores Comissionados do Congresso Nacional, o Instituto de Políticas Governamentais do Brasil, o Movimento Avança Brasil, a Associação dos Cabos e Soldados da Polícia Militar do Estado de São Paulo, o Instituto Brasileiro Pró-Cidadania, a Associação de Dirigentes Cristãos de Empresa, o Movimento Legislação e Vida, entre outros.

 

Diversas organizações defensoras de agendas feminista, abortista e de gênero tem manifestado sua rejeição à possível nomeação de Alves a través das redes sociais.

 

Você pode ler aqui a nota de apoio na íntegra e a lista completa de organizações e lideranças que a assinaram.

 

[ D'Vox ]

 

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