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A vitória celeste é um ponto de inflexão para a América Latina, afirmam líderes pró-vida

18.08.2018

 

Faz uma semana desde a histórica 'vitória celeste' no Senado da Argentina que derrubou uma iniciativa de lei, financiada por lobistas internacionais, que pretendia tornar o aborto livre nesse país e detonar um efeito dominó nos parlamentos do continente.

 

O fato não só freou a tentativa abortista no país austral, mas, desbordando os limites territoriais, impactou no ânimo e na perspectiva do movimento pró-vida na região.

 

"Esta vitória nós a assumimos como própria e se repetirá aqui", afirmam convictos os líderes de organizações cidadãs que trabalham na proteção e cuidado da vida em 20 países latino-americanos.

 

Todos concordam que a vitória 'celeste' foi do povo e que demonstra que a injeção milionária de recursos para a'colonização ideológica' pode ser vencida com unidade, mobilização popular e uma articulação social e política eficaz.

 

Conheça o balanço que fizeram sobre a votação do dia 9 de agosto, representantes de algumas das organizações consultadas pelo D'Vox e o significado que lhe atribuem.

 

Bolívia: Mostraram-nos que sim, podemos

 

"Recebemos com muita alegria o resultado da votação no Senado Argentino, é um grande incentivo para redobrar o empenho na defesa da vida desde a concepção até a morte natural em nossos países", afirma a boliviana Ruth Montaño, vice-presidente da Plataforma Cidadã pela Vida e a Família.

 

Disse que com frequência se cede à tentação de crer que a agenda abortista financiada e impulsionada por entidades internacionais, incluindo a Organização das Nações Unidas (ONU), é imbatível, que não se pode deter; "pois bem, nossos irmãos argentinos nos mostraram que sim, podemos".

 

"Aprendemos que a união é a força, mas também que esta é só uma batalha, é um começo para tirar do continente americano uma agenda de morte que foram impondo sistematicamente a nossos países e que agride não só a vida nascente, mas também a família e as liberdades fundamentais".

 

Para Montaño a vitória 'celeste' contribui para despertar "aos nossos compatriotas, às famílias, a alguns pró-vida desanimados, mas sobretudo a muitos jovens, mostrando que tudo pode mudar se nos colocamos de acordo e acionamos todo tipo de vias justas e legais para ser eficazes".

 

Brasil: Unimo-nos aos 'hermanos' em sua luta e, agora, eles se unem à nossa

 

Zezé Luz, coordenadora da Rede Nacional em Defesa da Vida e da Família, revela que o Brasil acompanhou muito de perto o processo argentino, se solidarizou com os 'hermanos' e articulou em favor deles, na medida que lhes foi possível.

 

"Estivemos juntos com nossos irmãos porque esse clamor pela vida se estendeu por toda a América Latina; no Brasil nos sentimos especialmente identificados por que aqui estamos sofrendo, neste momento, uma tentativa de impor por via judicial a legalização do aborto até a 12ª semana de gestação".

 

O Supremo Tribunal Federal (STF) desse país tramita uma ação que pretende declarar inconstitucionais os artigos do Código Penal que reconhecem o assassinato de bebês em gestação como crime.

 

"Na audiência pública convocada pela Corte sobre o tema, se manifestaram 33 em instituições pró-aborto, o que representa quase 70% do total das entidades que foram autorizadas a participar; todas elas receberam financiamento, na última década, por mais de 18 milhões de dólares de lobistas internacionais. Estamos vivendo uma pressão similar à da Argentina", detalha.

 

De acordo com Luz, o triunfo no país vizinho lhes motivou a impulsionar um 'levante' similar que tome as ruas e exija de nossos governantes, parlamentares e juízes o respeito ao direito inviolável à vida; "temos já uma articulação de lobby muito boa, mas falta as pessoas comuns assumirem sua responsabilidade e saírem para manifestar-se. Esperamos poder cantar a vitória aqui".

 

Chile: O que aconteceu na Argentina se repetirá aqui

 

Constanza Saavedra, porta-voz e cofundadora da Fundação Testemunhos Pela Vida, tem certeza de que "o que aconteceu na Argentina se repetirá aqui e esta vitória a tomamos como própria, e como um impulso a continuar firmes defendendo à vida, a nossas mulheres e a nossas crianças".

 

Explica que o povo argentino mostrou sua convicção, saiu às ruas para manifestar seu descontentamento com um projeto de lei injusto e inconstitucional e exigiu que seus governantes se encarregassem de cuidar das duas vidas.

 

"O Congresso Nacional escutou aos cidadãos que buscam soluções reais, orientadas ao cuidado com as mulheres e seus filhos, respeitando seus direitos e sua dignidade".

 

"Os chilenos – diz – compartilhamos da mesma convicção que os argentinos e nos manteremos firmes e unidos na luta contra a violência e na defensa dos direitos humanos de todos, porque sabemos que a proteção dos mais vulneráveis é o que define uma sociedade humana".

 

O Chile era um dos poucos países do mundo que oferecia uma proteção ao nascituro muito ampla, mas em 2017 foi legalizado o aborto em três casos. Saavedra, com outras líderes pró-vida, montou um coletivo de organizações para articular ações solidárias com os pró-vida argentinos e agora abraçaram o lenço celeste como símbolo de luta diante das novas tentativas de ampliar o aborto em seu país.

 

"Pudemos ver como a América Latina se uniu nesta luta e a Onda Celeste está crescendo com força, nos manteremos firmes e unidos nesta luta em defesa dos direitos humanos de todos e para conservar nossa identidade como povo", sublinha.

 

Colômbia: Redobrar esforços e apresentar estratégias mais ousadas

 

Na opinião de Jesús Magaña, diretor da plataforma cidadã Unidos pela Vida, a histórica votação no Senado argentino gerou nos pró-vida dos países latino-americanos uma grande esperança, impulsionando-os a apresentar estratégias mais ousadas, inclusive onde a agenda de morte já se instalou amplamente.

 

Este é o caso da Colômbia, o país andino foi um dos primeiros a legalizar o aborto na América do Sul, por via judicial em 2006, e nos anos seguintes a eutanásia – inclusive em crianças – e as uniões entre pessoas do mesmo sexo, mesmo que com amplo repúdio popular. Segundo Magaña, trata-se de una verdadeira usurpação do Poder Legislativo e uma "ditadura ideológica da Corte".

 

"Nossos irmãos argentinos nos demostraram que é possível derrotar ao monstro multimilionário do aborto que tem seus tentáculos expandidos em todo o continente, o que nos impulsiona a redobrar os esforços para buscar vias adequadas para dar 'marcha ré' à situação que um grupo de iluminados nos impôs", adverte o colombiano.

 

Costa Rica: Nos dá momentum, esperança e um empurrão

 

O costarriquense Luis Fernando Calvo, das organizações Opções Heroicas e Voto Pró-Vida, assinala que a vitória celeste freou de forma drástica uma reação em cadeia muito bem montada que 'empoderaria' o feminismo radical em toda a região e revitalizou o movimento pró-vida.

 

Assegura que o "encorajamento continental de grupos feministas e marxistas" parecia já estar sendo articulado para, imediatamente, lançar uma ofensiva mais extrema em nossos países. Isto se 'descarrilhou' graças ao voto dos 38 senadores a favor das duas vidas.

 

"Sabemos que nestas questões se manipulam interesses econômicos e, mesmo que se vislumbrava uma maioria apertada a favor da vida, se sabe que no último momento podem fazer ‘dar o braço a torcer’ e comprar consciências, por isso é digna de elogio a firmeza desses 38 parlamentares”.

 

"Devemos agradecer a perseverança dos pró-vida argentinos, que sofreram um revés no dia 14 de junho com a meia sanção do projeto na Câmara dos Deputados, e a pesar disso se ergueram de novo e acometeram sem desfalecer. Sua vitória nos dá momentum, nos dá esperança e nos dá um empurrão".

 

Calvo observa que "é um bom momento para, a nível nacional e continental, buscar unir esforços em torno a objetivos comuns".

 

Equador: Um caso exemplar para os políticos do continente

 

Para Amparo Medina, coordenadora da Rede Vida e Família do Equador, o acontecido nos dias 8 e 9 de agosto no Senado argentino é uma lição para os políticos do continente.

 

Ela considera que os senadores souberam 'ler' e interpretar um povo que se negou a relativizar o direito fundamental à vida e rejeitou a falsa solução contida no aborto; perceberam que sua função era servir ao povo que os elegeu e não a minorias radicalizadas ou a lobistas internacionais.

 

"Na Argentina aconteceu algo singular, durante muitos anos a luta pró-vida se centralizou em movimentos e organizações, mas o que foi denominado como 'Onda Celeste' não eram só os militantes desses grupos, mas o povo que se despejou nas ruas, era o povo de pé, dos diversos sectores da sociedade, do interior e da capital, de todo o país".

 

Além disso, "pôde-se comprovar que as reivindicações políticas dos grupos feministas não correspondem com o que as pessoas comuns querem; o povo, dos meios urbanos e rurais, tem outras preocupações: busca melhorar suas condições de vida, a qualidade da educação, os serviços de saúde, oportunidades, enquanto as feministas têm uma demanda ideológica e violenta".

 

"Creio que a sistematização do que a Argentina viveu pode ser de grande valor para todos os demais pró-vida na América Latina, estamos muito comprometidos e atentos para recorrer novos caminhos".

 

El Salvador: O lenço celeste, novo símbolo de solidariedade e unidade na causa da vida

 

Sara Larín, diretora do VidaSV.org, informa que a 'onda celeste' chegou "até os países mais pequeninos da América Latina, como El Salvador, e contagiou de entusiasmo a muitos jovens que somos parte de uma geração que está empenhada em abolir o aborto em nosso continente".

 

Afirma que o lenço celeste instaurou um novo símbolo de solidariedade com a causa do direito a nascer, unindo de forma inédita a todos os pró-vida da região, e ofereceu um ícone poderoso, com peso político, que remete a uma vitória incontestável sobre o multimilionário lobby do aborto.

 

"Esperamos que com esta vitória, afincada na massiva mobilização cidadã, governantes, legisladores e juízes desse país – e dos nossos – compreendam que o aborto divide nações e tem um alto custo político para aqueles que o defendem".

 

"O trabalho titânico de líderes anônimos que com humildade trabalharam arduamente e a clara unidade no foco que possibilitou que todas as iniciativas incidiram no lobby realizado com os parlamentares são elementos que devem ser destacados e reproduzidos".

 

Guatemala: Marcaram um ponto de inflexão

 

Astrid Ríos, diretora executiva da Associação A Família Importa, assegura que o 'triunfo celeste' desmascarou as forças econômicas e internacionais que estão pressionando para despenalizar o aborto na América Latina e marcou um ponto de inflexão para o movimento pró-vida.

 

"De agora em diante a 'onda celeste' não terá fronteiras, o triunfo argentino é também um triunfo para a região, nos une a paixão pela vida e hoje mais que nunca estamos convencidos que a luta é de todos e está só começando".

 

De acordo com Ríos, uma das principais lições do 'caso argentino' é a necessidade de trabalhar em unidade, deixando de lado as diferenças, e dando protagonismo ao povo e aos diversos líderes sociais que com valentia alçaram sua voz para participar na defesa das duas vidas.

 

Honduras: Reorientaram a luta pró-vida impactando além de suas fronteiras

 

Marta Lorena de Casco, do Pró-Vida Honduras, aponta que os argentinos não só frearam o aborto em seu país, mas também "reorientaram a luta pró-vida com uma dimensão insuspeitada, impactando além de suas fronteiras de maneira impressionante. A eles, nosso agradecimento".

 

"Fizeram um caminho, um norte, apontando em uma direção nova, creio que haverá um efeito dominó em toda a região que se sente inspirada por esta fabulosa vitória cidadã, os parlamentares de nossos países vão descobrir que não se pode brincar com o povo, dizendo algo em campanha e fazendo o contrário já no cargo, no que se refere a esses princípios fundamentais que são tão caros nossos povos".

 

"Foi uma lição de primeira e é realmente um ponto de retorno; inclusive os organismos internacionais deram-se conta de que, a pesar da robusta derramada de recursos para organizações abortistas, podem ser derrotados, em nossos países continuaremos trabalhando para conservar uma legislação que dá ampla proteção ao nascituro".

 

México: Teremos uma breve trégua

 

Jorge Serrano Limon, o legendário fundador do Pró-Vida no México, assinala que o processo que concluiu com "o maravilhoso triunfo no Senado argentino uniu a todos os países da América Latina a favor da vida".

 

"De todos os cantos do continente acompanhamos de perto, dia a dia, a luta travada por nossos irmãos para salvaguardar as duas vidas e ajudamos como pudemos desde fora para mostrar que não estavam sozinhos".

 

"No entanto, devemos nos preparar. Considero que este triunfo irá frear por um tempo relativamente curto as tentativas de legalização do aborto em outros países, mas devemos esperar logo ataques incisivos, especialmente pelo aborto químico. Isso nos desafia a enfrentá-los de novo fechando agrupamentos políticos, unidos e com articulações eficazes".

 

Nicarágua: Devemos responder em conjunto qualquer agressão a nossos países

 

No mesmo sentido, o médico Rafael Cabrera, presidente da Associação Nicaraguense de Bioética, sublinha que é previsível que os ataques à vida recrudescerão depois desta derrota do poderoso lobby abortista, especialmente nos países da região que conservam uma penalização total ao aborto: Honduras, Nicarágua, El Salvador e República Dominicana.

 

"Temos que fechar agrupamentos políticos e estabelecer um monitoramento em toda nossa região para responder em conjunto às agressões que qualquer de nossos países sofra; a solidariedade e a articulação que se mostrou na Argentina deve manter-se viva".

 

O médico explica que o respaldo internacional será indispensável em uma eventual saída de Daniel Ortega do poder que será aproveitada pelas organizações feministas e lobistas internacionais para abrir uma janela de oportunidade a mudanças na legislação atual.

 

De forma contraditória, desde os anos oitenta, o mandatário se declarou pró-vida, mas por sua vez impôs um regime autoritário que despreza a vida de seus adversários políticos e, agora, do povo que está cansado de atropelos.

 

"Entre as muitas entidades que se integraram de cheio na luta cívica contra Ortega estão algumas pró-aborto e tentarão, sem dúvida, capitalizar a mudança que vem", disse.

 

Panamá: Venceu a sensatez e o amor ao dom da vida

 

Para Juan Francisco de la Guardia Brin, presidente da Aliança Panamenha pela Vida e a Família, a unidade que mostrou o povo argentino é exemplar e digna de admiração, "nos ensina que somente unidos é possível vencer o novo colonialismo ideológico que agride nossas nações".

 

"O respeito, cuidado e defesa da vida humana, especialmente em suas etapas delicadas, é um valor profundamente arraigado em nosso povo e que nos regeram por séculos, não pode ser suplantado pela lógica do descarte; nós enfrentamos a ofensiva feroz de transnacionais neomalthusianas que investem milhões – como foi demostrado no processo argentino – para reconfigurar nossas sociedades".

 

"Nossos irmãos argentinos demostraram que é possível frear esse avanço fazendo triunfar a sensatez e o amor ao dom preciso da vida, essa batalha vencida nos anima a continuar lutando", destaca.

 

Paraguai: São heróis sem capa

 

Eduardo Morales, do Geração Pró-Vida e Voto pela Vida, considera que a mensagem do povo argentino foi 'contundente': venceram o dinheiro, venceram os lobbies poderosos, os meios progres e a propaganda ideológica.

 

Além disso, "renovaram as forças pró-vida de toda a região; as marchas multitudinárias, pacíficas, alegres, familiares, demostraram que o povo aposta pela vida e pela paz enquanto o feminismo radical abraçava a violência, a mentira e a ameaça; os pró-vida resistiram a tudo isso, são heróis sem capa, defensores dos mais inocentes".

 

"A Argentina reunia todas as condições para que se aprovasse a lei abortista, principalmente a mudança cultural e a ideologização da juventude depois de uma década de governos esquerdistas, uma profunda crise social e econômica e um lobby feminista bem assessorado e financiado, graças à enorme injeção de milhões de dólares por parte da indústria abortista; isso torna, sem dúvida, mais significativa a vitória de nossos irmãos".

 

"Eles nos demostraram claramente que se pode fazer frente à pressão internacional e, com isso, nos animam a lutar pela erradicação de toda a legislação antinatalista na região".

 

Peru: Uma vitória no 'laboratório progressista' da América Latina

 

"Desde o Peru, e especialmente desde a Frente Jovem que tem sede matriz na Argentina, seguimos o processo como se fosse próprio e foi inspirador, vimos que um movimento cidadão que tem uma mensagem transversal, apelando ao sentido comum, pode demostrar a irracionalidade do aborto", revela Oscar Escalante, porta-voz da organização.

 

A Frente Jovem foi um dos articuladores da Unidade Pró-Vida, que no país austral serviu como plataforma para congregar os múltiplos esforços das entidades que defendem a vida e apresentar propostas de superação a problemáticas sociais que se assumem como casos em que o aborto seja a solução.

 

A Argentina é, junto com o Uruguai, "um laboratório no qual todas as leis que atentam contra a dignidade da pessoa humana e os direitos humanos são idealizadas, propostas, ensaiadas e aplicadas para logo exportá-las aos demais países da região, por isso é muito importante o marco que se deu com a vitória do último dia 9 de agosto no Senado", indica.

 

"E os lobbies abortistas não perderam por inércia, ao contrário, o maquinário governamental, os grandes meios de comunicação e um robusto financiamento internacional jogava a seu favor; mas organizações que defendem a mulher e o direito à vida entenderam que deviam mobilizar-se, sair às ruas e deixar claro ao poder político que a aprovação da lei não iria ser tolerada".

 

Escalante destaca que a 'onda celeste' é "eminentemente cidadã, sem dedos ou financiamento estrangeiro, quebrou a disjuntiva falaz do 'aborto ilegal' ou 'aborto legal', e com claras lideranças científicas, sociais e políticas se foram desmontando um a um os mitos que se haviam fabricado para aprovar a iniciativa iníqua. Sem dúvida, também terá impacto no próximo processo eleitoral".

 

Uruguai: É um marco entre o antes e depois na América Latina

 

A ativista pró-vida Gianella Aloise, de Montevidéu, recorda que "continuamos o processo com profunda preocupação desde que o Presidente argentino pôs sobre a mesa a legalização do aborto, apesar de haver se comprometido na campanha eleitoral a custodiar a vida, logo veio a derrota por quatro votos na Câmara dos Deputados e tudo parecia perdido; mas o trabalho da sociedade civil deu frutos e chegou à vitória no Senado na madrugada do dia 9 de agosto".

 

E assegura: "é um marco entre o antes e depois, não só na Argentina, mas na América Latina".

 

No tempo que transcorreu entre a derrota pelos Deputados e a vitória pelos Senadores houve uma reação na região, seguindo dia a dia os acontecimentos, "os grupos pró-vida apoiaram das mais diversas formas as campanhas argentinas para a não aprovação da lei; cheguei a saber que em Trindade e Tobago também estavam atentos e atuantes".

 

"Ficou demostrado que o trabalho focado e sistemático de cidadãos organizados dá frutos, porque o 'caso argentino' já é um incentivo para aqueles países onde se quer aprovar uma lei de aborto, seja legalização ou despenalização, ou naqueles países onde esteja sendo estudada uma ampliação da lei vigente".

 

Venezuela: Nos incentiva a continuar lutando por nossa liberdade

 

João Gonçalvez, da Rede Pró-Vida Venezuela, assegura que em todo o país, tão duramente golpeado pela ditadura de Nicolás Maduro, foi motivo de alegria ver o triunfo do povo argentino frente à tentativa autoritária do governo e de lobistas internacionais.

 

"A vitória 'celeste' terá um impacto positivo em todo o nosso continente, que poderá ser replicado em sociedades democráticas. A nós que padecemos um regime tirânico e violento nos anima a continuar lutando para defender nossa dignidade e nossa liberdade, que toda a América se una a nós nesta causa que também é uma causa pela vida".

 

[ D'Vox ]

 

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