Aborto é uma prática patriarcal, machista e misógina que a Biblia não condena, disse pastora

Lusmarina Campos Garcia, pastora luterana no Rio de Janeiro e representante do Instituto de Estudos da Religião, um tradicional centro de ‘esquerdismo’ religioso, disse que criminalização do aborto é uma prática patriarcal, machista e misógina, que controla o corpo das mulheres através da penalização e da culpa.

Comparou a doutrina cristã, que considera o aborto como pecado, com as "fogueiras da Inquisição”, e afirmou que em nenhuma parte a Bíblia "não condena a prática do aborto”.

Citou os textos de Êxodo 21 na qual alguém que abortasse teria que pagar uma indenização ao marido, ao invés de ser condenado à morte, e disse que mulheres grávidas por relações extraconjugais poderiam ser levadas por seus maridos ao tribunal e serem obrigadas a tomar "águas amargas”.

Segundo a pastora o preceito "não matarás" não se aplica universalmente, e que é o "patriarcado eclesiástico" tenta "transformar as mulheres que abortam em assassinas”.

Qual será a Bíblia que leu a pastora rebelde? (d'vox)

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