'Não podemos tratar do aborto deletando a existência e dignidade do bebê', diz CNBB

Para Dom Ricardo Hoepers, representante da CNBB na audiência pública do STF, sobre o aborto não se pode tratar do assunto "negando, deletando, ignorando a existência do bebê".

"Parece que estamos falando de uma vesícula biliar, de um rim, ou um adendo que precisamos extirpar, que está causando a morte das mulheres. O foco está errado", sublinhou.

"O problema que ninguém quer nominar esse inocente. Ele foi apagado, deletado dos nossos discursos para justificar esse intento em nome da autonomia e liberdade da mulher. Mas, a criança em desenvolvimento na 12º semana é uma pessoa, uma existência, um indivíduo real, único e irrepetível e, provavelmente, neste momento, a mãe já escolheu um nome para seu filho", disse.

O prelado asseverou que esperam que STF custodie o direito à vida, que é "o mais fundamental dos direitos e, por isso, mais do que qualquer outro, deve ser protegido, pois é intrínseco à condição humana e não uma concessão do Estado. Os Poderes da República têm obrigação de garanti-lo e defendê-lo. Não compete a nenhuma autoridade pública reconhecer seletivamente o direito à vida, assegurando-o a alguns e negando-o a outros. Essa discriminação é iníqua e excludente". (d'vox)

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