ADPF 442 é um atalho para impor ‘goela abaixo’ o aborto como 'direito', afirma representante

A ADPF 442 é "um atalho de um partido - o PSOL - para impor ‘guela abaixo’ da sociedade uma legislação de abortamento, que é genocida e eugênica", afirmou o pastor Douglas Roberto de Almeida Baptista, quem falou em representação da Convenção Geral das Assembleias de Deus.

Durante o segundo dia da audiência pública pelo STF para tratar do aborto, o evangélico rejeitou eufemismos e disse que pretrender autorizar legalmente "o assassinato de crianças no ventre materno não deve prosperar" pois não existe um direito a matar e sim um direito à vida que é inviolável”.

O pastor citou a legislação nacional que protege ao ser humano desde a sua concepção, a começar pela Constituição Federal, passando pelo Código Civil, que segue os parâmetros constitucionais, e pelo Pacto de São José da Costa Rica, ratificado pelo Brasil.

E emendou: "expositores pró-aborto afirmam que não é possível, por meio da ciência, definir o início da vida. Então, com a devida vênia aos indecisos e inseguros, cabe a aplicação de um preceito fundamental do direito: na dúvida, pro reo. E que fique claro: o réu aqui é a verdadeira vítima, isto é, o ser vivo, inocente e indefeso no ventre da mãe".

Almeida, lembrou também a grande maioria da população brasileira, que é cristã, e que não aceita ataques à vida. Por isso, disse, "militantes abortistas têm verdadeira aversão à realização de um plebiscito nacional sobre o tema porque sabem que a opinião pública é contrária ao aborto, inclusive com o voto desfavorável da maioria das mulheres cujos direitos os ativistas alegam defender”. (d'vox)

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