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'Onde esta o fundamentalismo em reconhecer que um atentado contra a vida é crime?', questiona a CNBB

"Onde está o fundamentalismo religioso em aderir aos dados da ciência que comprovam o início da vida desde a concepção? Onde está o fanatismo religioso, em acreditar que todo atentado contra a vida humana é crime? Onde está o fundamentalismo religioso em dizer que queremos políticas publicas que atendam saúde das mães e os filhos?"

 

Estas são as três perguntas com as que Dom Ricardo Hoepers, bispo da Diocese de Rio Grande e em representação da CNBB, iniciou da sua exposição no segundo dia da audiência pública do STF sobre a despenalização do aborto.

 

E fixou posicionamento oficial da Igreja Católica no Brasil: reiteramos nossa "posição em defesa da vida humana com toda a sua integralidade, segundo os dados científicos; dignidade, reconhecida no artigo 1º da Constituição; e inviolabilidade, como garante o artigo 5 da Carta Magna, desde a sua concepção até a morte natural. Isso é o mínimo de razoabilidade aceitável que nos permite estar aqui para discutirmos este tema com a recta ratio".


E questionou: "Nós, brasileiros e brasileiras vamos esperar ansiosamente essa resposta da Suprema Corte: afinal, atentar contra a vida de um ser humano inocente é crime ou não? Se a questão é de saúde, e 'saude vem lo latim 'salus' que quer dizer 'salvar', a lei teria que proteger a mãe e o filho proporcionalmente. Como este STF vai explicar a permissão da pena capital a um ser humano inocente e indefeso para justificar nossa incapacidade de políticas publicas de proteção à sua saúde reprodutiva da mulher?" (d'vox)

 

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