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'Porta-voz' de discapacitados diz que fetos com deficiência não tem direitos e abortá-los não é eugenia

Adriana Abreu Dias, que representa o Instituto BARESI, una plataforma que vincula associações de pessoas com doenças raras, defendeu o aborto, segundo ela, dando voz "aos portadores de deficiência".

 

Ela é antropóloga e realizou pesquisa sobre a ação eugenia do régimen nazista. Tem osteogênese imperfeita, popularmente conhecida como 'ossos de vidro', e padeceu mais de 300 fraturas ao longo de sua vida.   

 

Pois bem, para surpresa de muitos esta mulher assegurou que o descarte de bebês com malformações ou deficiências não é um ato de eugenia, e sim um ato de respeito à liberdade da mulher.

 

Disse que achou ofensivo que pessoas sem deficiência 'usem' os 'deficientes' para rejeitar a legalização do aborto.  "As pessoas como nós também têm direito de fazer aborto", sublinhou.

 

Por inacreditável que pareça, Abreu, afirmou que "os fetos com deformações congênitas ou deficiências não estão contemplados em nenhuma convenção de direitos humanos". Para ela, as únicas pessoas que podem reclamar direitos humanos para os 'deficientes' são eles mesmos... depois de ter nascido. (d'vox)

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