Legislação sobre aborto que não assume o conceito amplo de saúde da OMS viola direitos da mulher, diz a Fiocruz

Com fala mansa e ‘bondosa’, Marco Augusto Bastos, da Fiocruz, assevera que os casos contemplados na lei brasileira para não criminalizar o aborto são todos "formas de cuidar da saúde da mulher”.

 

Segundo o médico, se a legislação que possibilita o aborto não contempla o conceito amplo de saúde proposto pela OMS - como um estado de completo bem-estar físico, mental e social e não somente ausência de afecções e enfermidades - está violando os direitos da mulher.

 

Defendeu que é a gestante, e não o médico, quem deve definir e decidir se uma gravidez atenta ou não contra seu estado de saúde, incluindo os aspectos mentais e sociais. Sob esta perspectiva indicada pelo médico uma situação de limitação econômica ou um quadro de depressão seriam razões legitimas e suficientes para assassinar ao proprio filho. 

 

A Fiocruz recebeu nos últimos anos um grande volume de doações das fundações que investem prioritariamente na pauta do aborto, como a Bill e Melinda Gates, que investiu 3 milhões de dólares em 2015 e quase 1 milhão em 2016.

 

Outra benfeitora da Fiocruz é a Open Society, de George Soros, que em 2016 e 2017 doou 225 mil dólares para o projeto FIOTEC. (d'vox)

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