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Convocam ato em Belo Horizonte contra ação do STF para legalizar o aborto no Brasil

01.07.2018

Os belorizontinos sairão às ruas este domingo, 1 de julho, para manifestar sua rejeição à tentativa de legalizar o aborto no Brasil por via judicial. Um ato em defesa da vida e contra o ativismo ideológico no Supremo Tribunal Federal (STF) será realizado às 9:00 horas na Praça da Liberdade da capital mineira.

 

Uma das organizadoras, Simone Calegario, afirma que marcar presença é fundamental para evidenciar o repúdio popular à esta manobra que pretende abrir as portas ao descarte criminoso de crianças.

 

 

No ano passado, o Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) promoveu no STF uma ação que solicita despenalizar o aborto, realizado por qualquer motivo, até 12º semana de gravidez.

 

Segundo eles, não permitir o assasinato de bebês em gestação violaria a Constituição que garante "o direito das mulheres à vida, à dignidade, à cidadania, à não discriminação, à liberdade, à igualdade, à saúde, ao planejamento familiar, entre outros”.

 

Trata-se da manipulação completa de nossa Carta Magna. Se o STF aceitar isto, estará cometendo uma grave violação aos verdadeiros direitos humanos e ‘legislando’ sem ter competência para isso, pois é no Congresso da Nação onde cabe discutir o assunto.

 

Como o PSOL sabe que há uma forte resistência dos parlamentares em aprovar a legalização ampla desse crime, recorreu ao poder judiciário. Isto fere a divisão de poderes e o Estado de direito.

 

O STF já fez isso em 2015 ao permitir o descarte de bebês com anencefalia e outros problemas similares. O defensor da causa dessa vez, foi o advogado Roberto Barroso, atual ministro da Corte.

 

No país, o aborto também não é punido em casos  de morte iminente para a mãe ou violação sexual. 

 

O PSOL teve 'assessoria técnica' do instituto de ‘bioética’ Anis, que recebe financiamento de fundações abortistas internacionais e há anos impulsiona o aborto no Brasil.

 

Calegario pontua que a movilização é urgente, pois no próximo mês de agosto, a ministra Rosa Weber, relatora do caso, presidirá reuniões para escutar posições a favor e contra.

 

O evento é organizado pelo Frente pela Vida, aliança integrada por diversas associações pró-vida da cidade, e faz parte de uma série de eventos que está acontecendo durante junho e julho em muitas cidades do país.

 

O encontro está marcado para domingo, 1 de julho, das 9:00 às 11:00 horas, na Praça da Liberdade, frente ao Palácio de Governo. (d'vox)

 

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